Fevereiro de 2016, Banco Central de Bangladesh: trinta e cinco ordens de quase um bilhão de dólares. Passaram oitenta e um milhões; o resto foi barrado por gente do outro lado.
As sanções cortaram a Coreia do Norte de quase todo o dinheiro do mundo. Os bancos não lhe abrem contas correspondentes, os cartões Visa são inúteis em Pyongyang, e o que o país vende no exterior precisa ser levado escondido. Em compensação, ele tem escolas de matemática que selecionam crianças talentosas desde as primeiras séries, e um serviço de inteligência onde as melhores delas aprendem a programar. Segundo diversas estimativas, milhares desses programadores trabalham para o Estado e, a crer nos especialistas da ONU, o trabalho deles rende ao país cerca de metade de toda a sua moeda estrangeira.
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Mísseis pagos com moedas alheias — Ninguém Tem Dinheiro | Mike Fluff